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Blefaroplastia

A cirurgia do rejuvenescimento das pálpebras

A cirurgia das pálpebras é uma das cirurgias plásticas estética mais realizada no mundo.  É muito importante, entender as queixas e expectativas do paciente com a cirurgia. Entre em contato em caso dúvidas, nossa equipe está preparada para te ajudar durante esse processo. Nesta página você encontrará informações importantes para sua tomada de decisão.  A blefaroplastia abrange muitos procedimentos e aqui você tem informações sobre o procedimento.

Nessa página, você encontra vídeos sobre o tema e as perguntas mais frequentes dos pacientes respondidas. 

16 Perguntas frequentes

Sobre cirurgia de pálpebras (blefaroplastia)

1- QUAIS OS BENEFÍCIOS DA BLEFAROPLASTIA?

A blefaroplastia é a cirurgia estética das pálpebras. Com o passar da idade existe aumento da quantidade de pele na região das pálpebras, associado ao excesso de pele temos a perda da transição suave entre as estruturas da região, deixando bolsas de gorduras e ligamentos visíveis. 

A cirurgia da pálpebra serve para melhorar essa estrutura tão importante no rejuvenescimento da face que são os olhos e suas estruturas a volta. O paciente normalmente busca o cirurgião plástico apontando que está com olhar envelhecido ou de cansaço.

A blefaroplastia pode ir de uma cirurgia extremamente simples de somente retirada da pele, até uma cirurgia com tratamento da queda da pálpebra (ptose) que dificulta a visão e leva a um olhar cansado. É de extrema importância passar por um cirurgião plástico habilitado para melhor exame físico e indicação precisa da melhor técnica cirúrgica.

2- COMO É FEITA A BLEFAROPLASTIA?

Toda cirurgia plástica possui cortes (incisões), cabe ao cirurgião plástico tentar camuflar esses cortes em dobras naturais do corpo.

No caso da blefaroplastia superior (feita na pálpebra superior), a incisão fica no sulco palpebral. O suco palpebral é o onde ocorre o vai e vem dos olhos, ou seja, a cicatriz fica pouco visível nessa região.

No caso da blefaroplastia inferior (feita na pálpebra inferior), a incisão pode ficar dentro da conjuntiva dos olhos, ou seja, sem cortes na pele externa, essa técnica é utilizada quando o problema da paciente é excesso de bolsas gordurosas e não excesso de pele. Ou o corte (incisão) fica próximo a linha dos cílios, sendo camuflada no local.

Vale lembrar, o corte (incisão) é o local de abertura da pele para realizar a cirurgia, o que será realizado depende de cada paciente. Alguns pacientes só possuem excesso de pele, outros necessitam reposicionar a pálpebra. Assim sendo, o mais importante é a consulta e avaliação de um cirurgião plástico para melhor avaliar o caso e indicar o melhor procedimento.

3- QUANTO TEMPO DURA A CIRURGIA DA BLEFAROPLASTIA?

A cirurgia acaba dependendo da necessidade de procedimento associados para melhora global.

Ou seja, uma blefaroplastia em pálpebra superior pode demorar 30 minutos até 1h30 minutos, dependendo da necessidade cirúrgica.

Já a blefaroplastia em pálpebra inferior é um procedimento com um grau mais alto de complexidade e exige um pouco mais de tempo cirúrgico. No entanto, é comum pensarmos que uma blefaroplastia superior e inferior terá 2h a 2h30 minutos de duração.

Normalmente o paciente recebe alta após a recuperação anestésica, ou seja, não é necessário pernoitar no hospital.

4- COMO FICA A CICATRIZ DA BLEFAROPLASTIA?

A região das pálpebras é uma das regiões do corpo com melhor cicatrização, é comum com o passar dos anos que a cicatriz fique pouco perceptível. Vale lembrar que cicatriz sempre existe, no entanto, com bom cuidado no pós-operatório a cicatriz madura (após 1 ano e meio) tende a ter excelente resultado.

É raro a ocorrência de alteração de cor ou espessura da cicatriz em pálpebra, no entanto, ela pode ocorrer.

5- BLEFAROPLASTIA DÓI?

O ato cirúrgico é realizado com anestesia, alguns profissionais optam por realizar o procedimento somente com anestesia local, ou seja, com o paciente acordado, mas não sentindo a região das pálpebras que é colocada a anestesia. Esse método tem como grande vantagem o seu menor custo, no entanto, é comum desconforto e dores associadas ao procedimento. Normalmente realizo o procedimento com anestesia local + sedação, ou seja, o paciente está adormecido durante o procedimento, não tendo desconforto ou dores maiores.

No pós-operatório avisamos o paciente do provável inchaço e colorações avermelhadas que a pálpebra pode ficar, no entanto, o desconforto com dor é baixo. É comum avisarmos para paciente usar óculos escuros, pois nos primeiros dias existe muito inchaço mas dor leve.

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6- COMO É FEITA A CIRURGIA DE PÁLPEBRA INFERIOR?

A cirurgia da pálpebra inferior é bem diferente da cirurgia da pálpebra superior.

A primeira grande diferença é o local da cicatriz. Na cirurgia da pálpebra superior colocamos a cicatriz escondida no vai e vem dos olhos (sulco palpebral), na pálpebra inferior nós não temos sulco para esconder a cicatriz. Assim, quando é necessário retirar excesso de pele temos que colocar uma cicatriz próxima aos cílios do paciente. Normalmente, esta cicatriz evolui com extrema qualidade, na minha prática pessoal posso dizer que é raro uma evolução ruim de cicatriz em pálpebra inferior.

Quando o problema na pálpebra inferior for relacionado as bolsas de gordura que estão evidentes, podemos fazer a retirada por cortes que ficam escondido na conjuntiva (região da pálpebra que está em contato com o olho). Assim, caso o problema do paciente seja somente excesso de bolsas gordurosas ele/ela não precisa ter cicatrizes na pele.

A cirurgia da pálpebra inferior é um procedimento com grau mais elevado de dificuldade pois estamos realizando uma cirurgia contra a gravidade. Assim sendo, na hora do procedimento cirúrgico realizamos diversas manobras para evitar complicações como retração da pele, exposição da esclera (parte branca dos olhos), assimetria.

7- O QUE É BLEFAROPLASTIA A LASER?

O laser entra de 4 maneiras na cirurgia da pálpebra. A primeira é como marketing, nem sempre o uso de tecnologias adiciona melhoria de resultado na cirurgia, no entanto, é uma boa estratégia de marketing.

Quando a paciente possui excesso de pele em pálpebras de leve a moderado é possível realizar o tratamento com laser, principalmente de CO2, que causa uma retração da pele do paciente e estimula a produção do colágeno, evitando assim a necessidade de cicatrizes na pele da pálpebra.

O outro uso do laser na região da pálpebra seria como um peeling para melhoria da qualidade da pele, retirando manchas e marcas de expressão. Nesse caso, além do laser de CO2 é muito usado o laser Erbium.

Por fim, alguns profissionais utilizam o laser como ferramenta de corte. Ao invés de usar a lâmina de bisturi, utilizam o laser de forma específica para cortar a pele. Na minha opinião, esse é o uso com pior custo/benefício do laser, pois a cicatriz da pálpebra naturalmente evolui com extrema qualidade e a adição do laser como ferramenta de corte não agregará diferença tão importante ao resultado final.

8- O QUE EXISTE DE NOVIDADE NA CIRURGIA DAS PÁLPEBRAS? (BLEFAROPLASTIA)

A grande mudança nos últimos 20 anos na cirurgia da pálpebra foi a alteração de conceitos. No passado, a cirurgia da pálpebra era uma cirurgia de ressecção, retirada de tecidos, de bolsas gordurosas, o que levava a um olhar encovado, com falta de estruturas, muito envelhecido e profundo.

O conceito atualmente é a blefaroplastia de aumento ou com preservação das estruturas. Neste caso, retiramos o mínimo possível das estruturas, tentamos recolocar as estruturas nas posições corretas e em muitos casos, adicionamos estruturas, como gordura.

A pálpebra jovem, tanto superior como inferior, possui uma transição suave entre suas estruturas e não possui aspecto profundo, encovado, esqueletizado. Essa mudança de conceito resulta em resultados mais naturais e jovem para os pacientes.

Além disso, é importante ressaltar a importância da toxina botulínica na cirurgia da pálpebra. Um grande problema para as pacientes e cirurgiões plásticos eram a queda da cauda do supercílio e as marcas de expressão que se formam na lateral das pálpebras/olhos quando sorrimos, que com o passar o tempo se tornam marcas profundas. O uso da toxina botulínica trata de forma muito efetiva essa região, combatendo essa comum queixa do paciente.

9- QUAIS OS RISCOS DA CIRURGIA DE PÁLPEBRAS?

Até os procedimentos mais planejados terão alguma porcentagem de complicação.

Existem evoluções que são normais no pós-operatório, causados pelo edema, sangramento ou pela posição de dormir. As evoluções normais no pós-operatório seriam: assimetria nas pálpebras, lagoftalmo (não fechar completamente os olhos), diplopia (visão dupla). Outra alteração comum no pós-operatório são os olhos secos, que afetam 11% dos pacientes até 2 semanas após o procedimento.

No entanto, a complicação mais comum no pós-operatório da cirurgia da pálpebra é a quemose. A quemose é a falha no sistema linfático ocular e palpebral que leva ao inchaço da córnea e conjuntiva. Na prática, a paciente tem desconforto ao movimentar a pálpebra, apresentando olhos inchados, vermelhos. Normalmente evolui com resolução espontânea, somente dar tempo que o corpo resolve. A incidência de quemose no pós-operatório varia de 0 a 12.1%.

A hemorragia retrobulbar é a complicação mais temida da cirurgia da pálpebra, pois existe o risco de cegueira. Ocorre em 0.04% dos casos, ou seja, é rara. Normalmente é causada por um sangramento importante, atrás dos olhos, algumas horas após a cirurgia. Qualquer queixa de dor severa nos olhos de forma súbita deve ser examinada imediatamente.

Quando falamos em pálpebras inferiores, temos complicações da posição da pálpebra, como assimetrias, retrações (conhecidos como escleroshow ou, quando graves, ectrópios).

Algo importante da paciente entender é que nenhum procedimento de reoperação deve ser realizado antes de 3 meses de pós-operatório, pois existe evolução da cicatriz acontecendo e as estruturas internas não estão bem identificáveis.

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A cirurgia da pálpebra sempre é realizada com anestesia local, ou seja, o paciente não sente dor durante o procedimento pois é colocado anestésico diretamente na pálpebra. O que pode variar é a sedação, ou seja, o paciente estar acordado ou sedado durante o procedimento.

Normalmente, as cirurgias são realizadas com anestesia local + sedação. O que exige um anestesiologista que ficará responsável pela anestesia durante o procedimento.

Com a paciente sedada, ou seja, não acordada, o procedimento se torna menos desconfortável. Normalmente o paciente não se lembrando da cirurgia.

10- QUAL O TIPO DE ANESTESIA

DA BLEFAROPLASTIA?

11- QUAL O TEMPO DE RECUPERAÇÃO DE UMA BLEFAROPLASTIA?

A blefaroplastia é uma cirurgia com muitos recursos, e obviamente, quanto mais procedimentos necessários durante a cirurgia maior será o tempo de recuperação.

No entanto, a paciente deve saber que a cirurgia da pálpebra é uma cirurgia que rapidamente a paciente retorna a suas atividades. Normalmente, com uso de óculos, a paciente consegue retornar suas atividades após a primeira semana de pós-operatório.

A pálpebra é uma região muito sensível a acúmulo de líquidos e inchaços, assim sendo, nos primeiros 3-4 dias de pós-operatório é comum um aspecto bem alterado nas pálpebras. A paciente não sente dor, no entanto é desconfortável pelo inchaço e vermelidão local. É incentivado o uso de óculos escuros e orientar familiares sobre a evolução, pois os familiares devem ser um pilar no cuidado do pós-operatório, principalmente no lado psicológico.

No retorno, com 5-7 dias retiramos os pontos da cirurgia. Neste momento, 70% do inchaço já saiu. Cabe o cirurgião reforçar que estamos ainda longe do resultado, mas que a paciente consegue retornar com cuidado as suas atividades diárias.

No retorno de 1 mês temos uma melhor ideia da evolução estética. Normalmente as pálpebras ainda estão levemente inchadas, mas 90-95% do inchaço já saiu. O que teremos melhora nos próximos meses será, principalmente, nas cicatrizes. Quando falamos de pálpebras inferiores a evolução é mais lenta, pois buscamos simetrias e a melhor posição da margem palpebral, o que normalmente conseguimos avaliar de melhor forma somente com 3 meses de pós-operatório pelo fim do inchaço.

12- QUAIS OS CUIDADOS APÓS CIRURGIA DE PÁLPEBRAS?

Primeiramente temos que orientar sobre uso de óculos de sol grande, que cubra toda a região operada. É bom evitar a exposição solar nesse momento de pós-operatório, além disso, evita comentários indesejados sobre a evolução.

Como a pálpebra é um local que incha (edemacia) com facilidade, o uso de compressas geladas sobre a pálpebra ajuda muito na melhor evolução. Chá de camomila gelado colocado com compressas/panos tem excelente indicação nesses casos.

Nos três primeiros dias o paciente deve evitar esforço físico e fortes emoções, pois o aumento da pressão arterial (hipertensão) pode causar sangramentos, o que pode retardar a evolução ou até causar a complicação mais grave da cirurgia de pálpebra, o hematoma retrobulbar (leia sobre pergunta 9).

É comum até 2 semanas da cirurgia o paciente referir olhos secos, por causa disso já é receitado ‘’lagrimas falsas’’ ou soro fisiológico para hidratar os olhos no momento de alta hospitalar. Além disso, nos dias iniciais é comum o paciente não conseguir fechar totalmente os olhos, ficam 2-3 milimetros abertos, essa alteração é chamada de lagoftalmo e ocorre pelo excesso de líquido e inchaço do pós-operatório. Por causa do lagoftalmo o paciente deve usar pomada dentro dos olhos antes de dormir, para evitar abrasão (lesão) da córnea na fronha da cama. Sempre perguntar sobre o fechamento dos olhos para um familiar antes de dormir, pois essa abertura de 2-3 milimetros não são perceptíveis.

Após o retorno de 7 dias, com a retirada dos pontos, os cuidados passam para atingir a melhor cicatrização possível. Assim sendo, a partir do decido (10) dia de pós-operatório oriento massagens específicas nas cicatrizes.

13- O QUE É BOM PARA DESINCHAR OS OLHOS APÓS CIRURGIA?

A região das pálpebras tem facilidade de inchar (edema), o que leva a grandes volumes no pós-operatório inicial. Normalmente, no começo do dia temos maior inchaço (edema), pois com o passar do dia e movimento das pálpebras de abrir e fechar os olhos os líquidos são drenados da região melhorando o inchado.

Compressas geladas no pós-operatório ajudam a diminuir a quantidade de edema, no entanto, o paciente tem que entender que o inchaço (edema) faz parte do processo de pós-operatório da blefaroplastia.

A minha conduta, particular, é indicar compressas úmidas geladas com chá de camomila.

14- BLEFAROPLASTIA: ANTES E DEPOIS (PRÉ E PÓS-OPERATÓRIO)

Na resolução 1947/11 do CFM no Art. 3º versa que:

É vedado ao médico:  g) Expor a figura de seu paciente como forma de divulgar técnica, método ou resultado de tratamento.

Assim sendo, o médico pratica infração quando expõe a figura do seu paciente, mesmo que o paciente não seja identificável, em redes sociais ou sites. Médicos atuantes no Brasil, não podem expor imagens como antes ou depois ou similares.

Tome cuidado com o profissional da saúde que utiliza de meios fraudulentos de marketing na tentativa de angariar pacientes. Esse profissional sabidamente está cometendo uma infração.

15- QUANTO TEMPO LEVA PARA DESINCHAR A BLEFAROPLASTIA?

Acaba variando dentro de alguns fatores. O primeiro, obviamente, é o procedimento cirúrgico executado, existem muitas estruturas que podem ser corrigidas em uma cirurgia da pálpebra, quanto maior o procedimento, maior o tempo de recuperação.

O segundo fator é o próprio ato cirúrgico, cirurgias mais delicadas e com pouco sangramento tendem a evoluir de forma mais rápida, o sangue é um irritativo fora do vaso, aumentando assim o inchaço (edema).

Por último vale lembrar que a cirurgia da pálpebra é uma das cirurgias plásticas de mais rápida evolução. Podemos dizer que em 3 semanas 80-90% do inchaço já passou. No entanto, os 10-20% restante demoram para sair por completo, dando ainda um aspecto mais inchaço para as pálpebras, o que é possível ver ainda com 3 meses de pós-operatório. A pálpebra é uma estrutura delgada, fina e no resultado estético final volta a sua conformação natural.

O paciente tem que entender o processo de pós-operatório, com suas particularidades, trabalhando para atingir o melhor resultado possível.

16-QUAL O VALOR DE UMA BLEFAROPLASTIA?

O preço de um procedimento cirúrgico pode variar muito. No entanto, o valor do procedimento é baseado no custo da equipe médica, custo da equipe de anestesia e hospital.

Custo da equipe médicas: A cirurgia das pálpebras é um procedimento médico dependente, ou seja, cada médico consegue atingir um resultado diferente de acordo com suas próprias qualidades. Assim sendo, os valores podem variar bastante. Obviamente especialistas que são referências dentro de cada área possuem um custo mais alto. Normalmente os especialistas possuem publicações de artigos, livros e são chamados para apresentar aulas para outros cirurgiões plásticos, este é o conceito de referência médica.

Custo do Hospital: Hospitais em grandes regiões metropolitanas, com maior estrutura e equipamentos de ponta possuem preço mais alto que outros hospitais. A presença de uma U.T.I. (unidade de tratamento intensivo), aumenta o custo de um hospital, vale lembrar que é raro a necessidade de encaminhamento do paciente para uma U.T.I. no pós-operatório cirúrgico de uma cirurgia plástica estética, e que os hospitais sem esse suporte necessitam possuir contratos que possibilitem encaminhamentos dos pacientes caso surja essa necessidade.

Existe um custo que normalmente não é contabilizado pela paciente, mas deve ser citado, que são os custos no pós-operatório, como medicações e drenagem/massagem por profissional habilitada.

Vale destacar que a necessidade de novos procedimentos para tratamento de intercorrências, conhecido pelos pacientes como ´´RETOQUE`` impõe novos custos para o paciente, sendo este responsável pelo custo da equipe médica, custo da equipe de anestesia e hospital.

Não existe cirurgia plástica com promessa de resultado, cada corpo é único e deve ser tratado desta forma.

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Todas as consultas médicas de pré e pós-operatório são realizadas na Clínica Caio Garcia de Cirurgia Plástica na Praia Brava, entre Itajaí e Balneário Camboriú.

A  consulta médica é o primeiro passo da relação médico-paciente. Serve para avaliar corretamente o caso com exame físico detalhado, compatibilizar as expectativas e possibilidades de resultado dos procedimentos indicados, retirar dúvidas do paciente e passar o orçamento.